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Prontuário eletrônico: 5 estratégias para otimizar o atendimento ao paciente

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Gestão para clínicas, Tecnologia para clínicas

Prontuário eletrônico: 5 estratégias para otimizar o atendimento ao paciente

O uso de prontuário eletrônico tornou-se uma realidade indispensável ao trabalho do médico, clínicas e hospitais para agilizar e aperfeiçoar o atendimento ao paciente. Trata-se de um documento de responsabilidade não só do médico, mas de toda a equipe. Ele abrange todo o conjunto de informações a respeito do paciente.

O Conselho Federal de Medicina, através da Resolução n° 1.638/2002, procurou estabelecer critérios para o uso obrigatório do prontuário médico no atendimento à saúde.  O CFM reconheceu a importância desse documento não só para o paciente, mas também para o médico que o assiste. Isso também interessa à instituição envolvida, para fornecer dados para pesquisas e até mesmo como instrumento de defesa em ações legais.

Vantagens do prontuário eletrônico

Com o desenvolvimento das tecnologias da informação, o setor de saúde tem sido incrementado com o emprego do Prontuário Eletrônico. Ele tem sido um instrumento necessário para garantir o acesso a informações relativas ao paciente, que passam a ser armazenadas em formato digital. O objetivo principal é permitir a qualidade do atendimento, a veracidade da informação e assistência em diversos lugares e situações.

Como prontuário médico, a forma eletrônica e digitalizada do documento deve possibilitar reunir todas as informações a respeito do paciente. E, além disso, oferece vantagens a mais em relação ao prontuário de papel. Eis algumas: facilidade de acesso, agilidade na localização das informações, melhor atendimento e maior confiança entre médico e paciente.

O prontuário eletrônico permite a integração de dados de diferentes sistemas. Isso reduz a necessidade de transcrições manuais e evita riscos de erros significativos. Ele também possibilita a capacidade de se implantar mecanismos de controle de acesso, sistemas de auditoria e assinaturas digitais. Essas ações asseguram níveis de segurança maiores do que os equivalentes em papel.

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Itens obrigatórios

A resolução do CFM define claramente quais são os itens que deverão constar obrigatoriamente do prontuário confeccionado seja ele em papel ou eletrônico:

a) Identificação do paciente – nome completo, data de nascimento (dia, mês e ano com quatro dígitos), sexo, nome da mãe, naturalidade (indicando o município e o estado de nascimento), endereço completo (nome da via pública, número, complemento, bairro/distrito, município, estado e CEP);

b) Anamnese, exame físico, exames complementares solicitados e seus respectivos resultados, hipóteses diagnósticas, diagnóstico definitivo e tratamento efetuado;

c) Evolução diária do paciente, com data e hora, discriminação de todos os procedimentos aos quais o mesmo foi submetido e identificação dos profissionais que os realizaram, assinados eletronicamente quando elaborados e/ou armazenados em meio eletrônico;

d) Nos prontuários em suporte de papel é obrigatória a legibilidade da letra do profissional que atendeu o paciente, bem como a identificação dos profissionais prestadores do atendimento. São também obrigatórias a assinatura e o respectivo número do CRM;

e) Nos casos emergenciais, nos quais seja impossível a colheita de história clínica do paciente, deverá constar relato médico completo de todos os procedimentos realizados e que tenham possibilitado o diagnóstico e/ou a remoção para outra unidade.

5 estratégias para otimizar o atendimento

Levando em consideração as recomendações da resolução do CFM, veja como é possível otimizar o atendimento ao paciente a partir de estratégias simples no uso do prontuário eletrônico:

Identificação do paciente

O conhecimento do paciente vai além dos seus dados básicos. É preciso dispor de maior acessibilidade de todo o histórico do tratamento do paciente.

Conscientização

O emprego de novas tecnologias requer mudança de mentalidade. É preciso tomar consciência de que o uso dos recursos digitais proporcionam maior eficiência, agilidade, economia e otimização do atendimento.

Tempo de qualidade

O tempo é um dos principais fatores no atendimento médico. É preciso reduzir o tempo médio de atendimento do paciente.

Economia

A OMS reconhece que, quanto mais se investe na qualidade do atendimento, mas se reduz o custo final.

Atenção ao paciente

Treinar a equipe médica e de atendimento. O foco é passar mais tempo com o paciente, reduzindo os riscos e aumentando a qualidade.

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